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sábado, 25 de Março, 2017 - 22h35

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Cidadania

Shoppings "ignoram potencial de consumo da classe C" ao coibir rolezinhos

Os jovens de classe C, seguimento social identificado com o movimento dos rolezinhos, tem um poder de consumo de R$ 129,2 bilhões. O montante é superior ao do que consomem os jovens das classes A, B e D somadas, segundo o instituto de pesquisa Data Popular.

Para o presidente do instituto, Renato Meirelles, coibir os rolezinhos como alguns shoppings vem tentado fazer, é "uma miopia das oportunidades de negócio".

Levantamento mostra que Estatuto do Idoso incentiva notificação de crimes

Levantamento do governo do Rio mostra quais são os delitos previstos no Estatudo do Idoso que mais fazem vítimas entre os idosos no estado. Elaborado pelo Instituto de Segurança Pública, o Dossiê Idoso 2013 constata que pessoas acima dos 60 anos ainda sofrem discriminação, são abandonados em asilos ou não recebem assistência em situação de emergência.

Crimes contra idosos no Rio mais que dobram em dez anos

Cresce o número de idosos vítimas de violência no estado do Rio de Janeiro. Levantamento do Instituto de Segurança Pública mostra que entre 2002 e 2012 o número de vítimas acima dos 60 anos cresceu 123%. Passou de 29,4 mil para 66 mil. Entre os crimes que mais atingem os idosos estão o estelionato, a ameaça e a lesão corporal.

Especialistas debatem o fenômeno do "rolezinho"

“Rolezinhos” estão sendo organizados pelas redes sociais em mais de dez estados para as próximas semanas. Em muitos deles, movimentos sociais e universitários organizam os encontros em protesto à repressão policial à reunião que ocorreu em um shopping de Itaquera, bairro da zona leste de São Paulo. Na linguagem popular, “rolezinho” significa passear ou dar uma volta. Nas últimas semanas, a palavra tem sido bastante usada para descrever reuniões de jovens, principalmente da periferia, em shopping centers.

Senacon firma acordo com hotéis do Rio para evitar diárias abusivas na Copa

Acordo feito entre a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (Abih–RJ) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) prevê que os hotéis filiados à Abih-RJ enviem à Senacon, órgão do Ministério da Justiça, os valores cobrados em épocas de maior demanda, com o objetivo de fazer um comparativo com os preços praticados durante a Copa do Mundo de Futebol, entre junho e julho próximos. O objetivo é evitar cobranças abusivas.

Entidade quer que OEA determine ao Brasil medidas para conter violência no Maranhão

A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos pediu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (Cidh–OEA) que receba, em audiência em Washington, representantes da sociedade civil e parentes de presos mortos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. A intenção é reforçar a necessidade da comissão exigir que o Estado brasileiro implemente medidas concretas para conter a violência no interior do Complexo Penitenciário de Pedrinhas e a crise da segurança pública maranhense.

Agência instalada em barco vai atender mulheres ribeirinhas vítimas de violência

A Agência–Barco Ilha de Marajó, da Caixa, vai atender também mulheres ribeirinhas vítimas de violência. Hoje (16), em Belém, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, e o presidente da Caixa, Jorge Hereda, firmarão termo de cooperação que estabelece a prestação de serviços, no barco, do Programa Mulher, Viver sem Violência.

Frequência escolar é cumprida por 96% dos estudantes beneficiados pelo Bolsa Família

A presidenta Dilma Rousseff comemorou hoje (15) o levantamento divulgado no último dia 13 de que, em outubro e novembro de 2013, 95,9% dos estudantes da rede pública cuja família recebe o Bolsa Família cumpriram a frequência escolar mínima.

Por meio do Twitter, a presidenta disse que a frequência é superior à média registrada pelos alunos da rede pública que não são atendidos pelo programa.

Justiça Federal considera que crime praticado por Ustra na ditadura prescreveu

A Justiça Federal em São Paulo considerou extinta a punibilidade do coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra e do delegado aposentado Alcides Singillo. Ambos eram acusados de ocultação de cadáver pelo desaparecimento do estudante de medicina Hirohaki Torigoe em 1972. À época, Ustra era comandante do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna de São Paulo (DOI-Codi), um dos maiores centros de tortura da ditadura militar.

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