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segunda-feira, 27 de Março, 2017 - 03h36

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Cidadania

MP lança cartilha sobre violência doméstica para orientar mulheres bolivianas

O Ministério Público (MP) do Estado de São Paulo lançou uma cartilha que traz orientações sobre os direitos das mulheres que sofrem agressões, com informações da Lei Maria da Penha, voltada para bolivianas.

A publicação Mujer da Vuelta la Página, uma versão em espanhol da cartilha Mulher, Vire a Página, criada em 2012, surgiu a partir da percepção do MP sobre um aumento expressivo dos casos de violência contra mulheres imigrantes de origem latina que vivem na capital paulista.

“Assassinato de Merlino tem responsáveis”, diz ministra sobre morte de preso político

Em 1971, sob a ditadura militar (1964–1985) no país, o jornalista e militante do Partido Operário Comunista (POC) Luiz Eduardo da Rocha Merlino foi preso, torturado e morto. Enquanto era torturado em um pau-de-arara nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operação de Defesa Interna do 2º Exército (DOI-Codi), na Rua Tutóia, em São Paulo, Eleonora Menicucci, atual ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, era torturada na cadeira do dragão (cadeira revestida de metal ligada à corrente elétrica).

Grupo da ONU reconhece racismo como problema estrutural da sociedade brasileira

O Grupo de Trabalho das Nações Unidas (ONU) sobre Afrodescendentes apontou hoje (13), ao encerrar visita de dez dias ao Brasil, um grande contraste entre a precariedade da situação dos negros e o elevado crescimento econômico do país. A comitiva das Nações Unidas esteve em cinco cidades, reuniu–se com autoridades e representantes da sociedade civil, visitou favelas e quilombos.

Violência contra a criança é debatida no último dia do Fórum de Direitos Humanos

A defesa dos direitos humanos e o enfrentamento às violências foram temas discutidos hoje (13), último dia do Fórum Mundial dos Direitos Humanos. O tema abrange a violência contra a criança no mundo, a violência contra as mulheres e os indígenas. Outro tema que também entrou no debate foi a violência das forças policiais nas manifestações populares.

Marrocos e Argentina sediarão os próximos fóruns mundiais de direitos humanos

Marrocos será o país a sediar o 2º Fórum Mundial dos Direitos Humanos em dezembro de 2014. O 3º Fórum, em 2015, será na Argentina.  O representante do Marrocos, Ahmed Harzenni, agradeceu o governo brasileiro e parabenizou os participantes. Em português, o marroquino disse: "Viva os direitos humanos e a amizade entre os países".

O membro do Instituto de Políticas Públicas de Direitos Humanos (IPPDH), Victor Abramovich em nome da Argentina, agradeceu o Brasil e ressaltou a cooperação entre os países.

Combate à tortura e conferência nacional marcam Fórum Direitos Humanos, diz ministra

A criação do Sistema de Nacional de Combate à Tortura e a convocação da 1ª Conferência Nacional de Direitos Humanos em 2015 foram os principais resultados do Fórum Mundial de Direitos Humanos (FMDH), segundo a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário. De acordo com ela, a ampla participação da sociedade civil, de instituições de defesa dos direitos humanos e do governo foi outro destaque do encontro que termina hoje (13).

Em SP, 25% das armas usadas em crimes são de brinquedo

Entre as armas apreendidas no estado de São Paulo entre 2011 e 2012, 25,8% eram falsa ou de brinquedo, segundo a pesquisa De Onde Vem as Armas do Crime, divulgada hoje (12) pelo Instituto Sou da Paz. Foram analisados, no total, 14,8 mil artefatos apreendidos para identificação e perícia.

Maioria das agressões contra jornalistas nas manifestações de rua “foi deliberada”, diz Abraji

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) concluiu que, dos 113 casos de agressões a jornalistas, ocorridos nas manifestações de ruas, a partir do mês de junho deste ano em todo o país, 70 foram deliberadas – o equivalente a 77% do total. “Foram considerados deliberados os ataques ocorridos a despeito da identificação das vítimas como profissionais da imprensa”, disse a associação.

Trabalho infantil deve ser combatido na Copa, diz diretora da OIT

A diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Laís Abramo, sintetizou o trabalho infantil em uma palavra: “Inadmissível”. Segundo ela, nos grandes eventos que o país sediará - a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016 - o Brasil deve dar destaque ao assunto. A Lei Geral da Copa prevê a campanha pelo trabalho decente. Até agora, segundo a diretora, duas das 12 cidades-sede assinaram termos de compromisso para participar da campanha.

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