current time

segunda-feira, 27 de Março, 2017 - 03h39

website utilities

Cidadania

Em Fórum de Direitos Humanos, Lula diz que Brasil teve avanços

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou hoje (12) que muito já foi feito no país, ao participar do Fórum Mundial de Direitos Humanos, que também teve a participação da presidenta Dilma Rousseff.  Lula dispensou o discurso escrito alegando que muitos já haviam destacado as ações de combate à fome no país e não era preciso um "repeteco". Em meio a aplausos e protestos, improvisou a fala, relembrou programas e ações implantadas e defendeu a democracia.

TV Brasil vai lançar programas com temática sobre os direitos humanos

Os direitos humanos serão tema principal de dois programas que serão lançados pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Eles passarão a integrar em 2014 a grade de programação da TV Brasil e da TV Brasil Internacional. Um deles, é uma série de 13 episódios. Eles contemplarão os 30 artigos da Declaração Universal de Direitos Humanos. Outro, é um programa interativo que aborda os direitos humanos para jovens. O anúncio foi feito hoje (12) pela direção da empresa no Fórum Mundial de Direitos Humanos.

Escola do Rio vai mudar de nome a pedido da Comissão da Verdade

A escola estadual Presidente Costa e Silva vai mudar de nome e passará a se chamar Abdias Nascimento. A mudança foi feita pelas secretarias estaduais de Educação e de Assistência Social e Direitos Humanos, atendendo a um pedido da Comissão da Verdade do Rio. A cerimônia de mudança do nome está marcada para amanhã (13), às 15h, na escola, localizada em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Dilma diz que Estado brasileiro não aceita nem aceitará práticas de tortura contra o cidadão

Durante a cerimônia de entrega da 19ª Edição do Prêmio de Direitos Humanos, a presidenta Dilma Rousseff defendeu as ações do governo para o enfrentamento à violência e contra as práticas de tortura. “O Estado brasileiro não aceita nem aceitará práticas de tortura contra qualquer cidadão”, disse.

Durante o evento, a presidenta Dilma também assinou um documento que regulamenta a Lei 12.847/2013, que institui o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, cria o Prêmio de Direitos Humanos e o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura.

Câmara de Comércio Árabe-Brasileira entrega doações para refugiados palestinos

As doações feitas pelos brasileiros à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), da Organização das Nações Unidas (ONU), foram entregues hoje (12) pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, responsável pela campanha. Foram arrecadados R$ 124 mil, que serão utilizados para equipar dois centros de saúde com sistemas digitais de atendimento a pacientes, além de proporcionar a aquisição de uma máquina de ultrassonografia para exames pré-natal.

Em prêmio de direitos humanos, Movimento Mães de Maio defende desmilitarização da polícia

Na entrega da 19ª Edição do Prêmio dos Direitos Humanos, a representante do Movimento Mães de Maio, Débora Maria da Silva, defendeu a desmilitarização da Polícia Militar. Segundo ela, não foi coincidência receber das mãos do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a estatueta do prêmio. "Essa justiça não aparece para nós", disse.

Débora recebeu o prêmio na categoria Enfrentamento à Violência, e discursou em nome dos 23 agraciados e dos dois premiados com menção honrosa.

Sistema interamericano de proteção dos direitos humanos é sólido, diz ONU

O representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos para a América do Sul, Amerigo Incalcaterra, destacou hoje (12) que o sistema interamericano de proteção dos direitos humanos é um mecanismo sólido. Ele ressaltou, no entanto, que não são todas as regiões que contam com esse tipo de sistema.

“É importante ter em mente que não é o mesmo em outras partes do mundo. Há diferentes graus de evolução”, disse Incalcaterra.

Fórum de Direitos Humanos: reforma do Estado é primordial para superação das desigualdades

A reforma da estrutura do Estado por meio da elaboração e consolidação de políticas públicas setoriais e articuladas são medidas fundamentais para a superação da desigualdade no Brasil, afirmaram hoje (12) os participantes do seminário Paradigmas de Redução de Desigualdade com Base em Direitos Humanos, no Fórum Mundial de Direitos Humanos (FMDH). A educação também foi citada como uma área estratégica para o respeito aos direitos humanos e a redução de desequilíbrios econômicos e sociais.

Fórum debate trabalho escravo e exploração do trabalho infantil

Os Direitos Humanos no Mundo do Trabalho foi um dos temas discutidos hoje (12), no Fórum Mundial de Direitos Humanos. O tema abrange assuntos como o trabalho escravo, a exploração do trabalho infantil e o preconceito que as mulheres ainda sofrem no mercado de trabalho. Também entrou em debate a luta dos trabalhadores rurais e urbanos pela conquista de seus direitos e suas relações de trabalho.

Violência policial nas manifestações de junho é debatida no Fórum Mundial de Direitos Humanos

A União Nacional dos Estudantes (UNE) criticou hoje (11) a violência policial durante as manifestações de junho deste ano. O assunto foi debatido no Fórum Mundial de Direitos Humanos.

Participaram estudantes universitários e do ensino médio, além de policiais rodoviários federais. O debate foi marcado pela veemência com que as opiniões foram colocadas.

Secretaria anuncia criação do Sistema Nacional de Indicadores em Direitos Humanos

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) anunciou hoje (11) a criação do Sistema Nacional de Indicadores em Direitos Humanos, um portal que vai reunir dados dos órgãos federais e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A intenção é facilitar a consulta e o uso desses dados tanto pelo governo quanto pela população.

Juiz espanhol que prendeu Pinochet diz que Lei da Anistia deve ser revista

Para o juiz espanhol Baltasar Garzón Real, a Lei da Anistia brasileira deve ser revista, de modo que os envolvidos em violações de direitos humanos no período da ditadura militar, de 1964 a 1985, sejam punidos. No Fórum Mundial de Direitos Humanos, ele disse à imprensa que uma lei não pode impedir o acesso e a ação da Justiça, como tem ocorrido no Brasil. "Isso é um retrocesso e desampara a proteção integral às vítimas".

Páginas