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sexta-feira, 24 de Março, 2017 - 07h03

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Estudantes da USP esperam ser recebidos por Alckmin

Concentrados no Largo da Batata, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, estudantes das três universidades públicas paulistas – Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) - começaram no início da noite de hoje (15), Dia do Professor, um ato em defesa da educação pública no estado. (foto: Marcelo Camargo/ABr)

Concentrados no Largo da Batata, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, estudantes das três universidades públicas paulistas – Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) - começaram no início da noite de hoje (15), Dia do Professor, um ato em defesa da educação pública no estado. (foto: Marcelo Camargo/ABr)

O protesto de estudantes da Universidade de São Paulo (USP), que fechou um sentido da Avenida Brigadeiro Faria Lima nesta terça-feira, 15, segue pela Avenida Eusébio Matoso em direção ao Palácio dos Bandeirantes, na zona sul da capital paulista. De acordo com Pedro Serrano, do Diretório Central de Estudantes da USP, a expectativa é de que o governador receba os manifestantes ainda nesta noite. Cerca de 40 integrantes do grupo Black Bloc seguram bandeiras e tentam impedir filmagens da Rede Globo. A Polícia Militar estima que sejam 400 participantes e acompanha o ato.

Às 19h, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava 41 quilômetros de lentidão na zona oeste da cidade e outros 79 quilômetros na zona sul.

O ato em defesa da educação promovido pelos alunos, que acontece neste Dia do Professor, começou às 17h no Largo da Batata, em Pinheiros. As reivindicações referentes à USP incluem eleições diretas para reitor da universidade, peso igual para votos de alunos, funcionários e professores, além do fim da lista tríplice, que permite ao governador do Estado escolher um nome dentre os três mais votados. Para a categoria de professores, os alunos pedem reajuste salarial de 36,74% e fim da progressão continuada, conhecida como "aprovação automática" de alunos.

MTST

Em outro protesto nesta terça-feira, cerca de 300 integrantes do Movimento de Trabalhadores Sem Teto (MTST) se manifestaram no centro de São Paulo exigindo moradia. Após uma tentativa de invasão da Câmara Municipal, controlada pela PM, 12 representantes do MTST foram recebidos pelo presidente da Câmara, José Américo (PT-SP). Na reunião, um documento com oito reivindicações foi entregue. Em seguida, o grupo caminhou até a prefeitura, onde foi recebido por membros da Secretaria de Habitação.